Patética
Ontem eu fui te ver com certa esperança. Eu tinha esperança de te conquistar. Conquistar mesmo, por inteiro. Te deixar completamente aos meus pés, completamente nas minhas mãos. E coloquei na minha cabeça que eu ainda tinha chance, talvez a última, talvez só mais uma. Porém, uma chance.
Chegay aí com uma chance, com uma esperança. E saí daí com uma decepção. Eu realmente queria que você se importasse com isso. Que me ligasse e perguntasse “o quê que houve?” e “por quê cê tá tão diferente?” Ilusão. A única coisa que eu sei é que você não fará isso. Tão previsível quando se tratam dessas coisas.
Mas se você o fizesse, eu responderia que “eu só queria vê um pouco de consideração do seu lado comigo”. Que você se importasse, eu só queria isso. Só queria atenção. Ser mais do que só um alguém para você. A garota. A sua garota.
Me sinto de mãos atadas. Primeira vez que isso acontece comigo. Sempre me senti no comando. Sempre tive controle, sabe? Eu sempre decidi a hora de tudo acontecer...
Por quê com você é diferente?
Tão diferente.
Eu fico na minha só esperando você querer me ver! Isso é tão patético quanto eu. Patética.
De certa forma isso dói, esse negócio de você conseguir controlar tudo em mim. Até o amargo cigarro que só fumo para me lembrar de você torna-se doce. Necessário. Qualquer coisa que me distraia é fundamental para minha saúde hoje em dia. Hoje em dia depois que te conheci.
Caran, (esse caran que você diz que é a minha cara) eu já pensei em tudo pra te deixar na minha. Sério mesmo, só não vou falar por que talvez fosse te assustar.
Mas tento esquecer. Tomo remédios para ficar com sono e dormir por horas, te deixando pra lá.
E junto com eles, há algum tempo, tomei uma decisão importante. Tão séria que talvez eu nem tenha coragem de colocá-la em prática. Eu decidi deixar rolar. Deixar o vento ir levando, e vendo o que acontece, ir tentando te conquistar, ir mostrando como me importo contigo. Como faria de tudo pra te fazer e te manter feliz. E se, depois de esperar alguns dias, não houver resultado, eu irei embora.
“Caran, to indo embora da sua vida. Foi um prazer te conhecer, mas você ta acabando comigo. Eu não como, não faço nada pra ficar concentrada em ti. To completamente na sua e você nem aí. São tantas coisas que eu poderia estar fazendo. Tantas pessoas que eu poderia estar curtindo. Mas eu só vejo você. Olho no espelho e vejo você. Eu acordo, abro os olhos e vejo você e quem dera se fosse um você de verdade... Paro tudo só pra pensar na sua existência! É mole? Isso ta me fazendo mal. Eu preciso pensar em mim também. E como você não se importa eu vou de vez. Ai, que falta você vai fazer... mas não me importa, eu tenho que te esquecer”.
Odeio não me reconhecer mais. Me ver diferente por sua causa.
Odeio lembrar que, mesmo tendo te conhecido há apenas alguns dias, você já me fez chorar um monte. Tornando até as músicas vícios para mim, em coisas essenciais para eu me manter calma. Músicas tristes, que me façam lembrar de ti.
Realmente, não há droga que faça bem.
Como eu queria dizer que com você é diferente. Mas não dá. Se você torna meus olhos mais fundos do que já são. Se você me faz beber, fumar e ingerir um monte de comprimidos pra me manter equilibrada. Se você me fode, e o pior, faz eu mesma me foder.
Eu não vou cair nessa armadilha, não vou ficar presa nesse buraco. É bom gostar de alguém, mas eu não vou ser tonta e me entregar assim. Não acredito em ‘beijo de filme ou em amor de verdade’. Acredito em coisas fortes que mexem conosco e que somem depois, quando menos esperamos. “A vida continua e se entregar é uma bobagem”, acho que você sabe porque adoro as músicas dessa banda. Por que eu as posso interpretar como quiser, eu posso dar vários significados para suas letras, e nesse contexto acho que você já entendeu o significado que eu quis dar.
Desisti de ser boazinha. Vou partir pro ataque. Você vai ver, eu vou te conseguir pra mim. Vou controlar o tráfico de você.
Ontem eu fui te ver com certa esperança. Eu tinha esperança de te conquistar. Conquistar mesmo, por inteiro. Te deixar completamente aos meus pés, completamente nas minhas mãos. E coloquei na minha cabeça que eu ainda tinha chance, talvez a última, talvez só mais uma. Porém, uma chance.
Chegay aí com uma chance, com uma esperança. E saí daí com uma decepção. Eu realmente queria que você se importasse com isso. Que me ligasse e perguntasse “o quê que houve?” e “por quê cê tá tão diferente?” Ilusão. A única coisa que eu sei é que você não fará isso. Tão previsível quando se tratam dessas coisas.
Mas se você o fizesse, eu responderia que “eu só queria vê um pouco de consideração do seu lado comigo”. Que você se importasse, eu só queria isso. Só queria atenção. Ser mais do que só um alguém para você. A garota. A sua garota.
Me sinto de mãos atadas. Primeira vez que isso acontece comigo. Sempre me senti no comando. Sempre tive controle, sabe? Eu sempre decidi a hora de tudo acontecer...
Por quê com você é diferente?
Tão diferente.
Eu fico na minha só esperando você querer me ver! Isso é tão patético quanto eu. Patética.
De certa forma isso dói, esse negócio de você conseguir controlar tudo em mim. Até o amargo cigarro que só fumo para me lembrar de você torna-se doce. Necessário. Qualquer coisa que me distraia é fundamental para minha saúde hoje em dia. Hoje em dia depois que te conheci.
Caran, (esse caran que você diz que é a minha cara) eu já pensei em tudo pra te deixar na minha. Sério mesmo, só não vou falar por que talvez fosse te assustar.
Mas tento esquecer. Tomo remédios para ficar com sono e dormir por horas, te deixando pra lá.
E junto com eles, há algum tempo, tomei uma decisão importante. Tão séria que talvez eu nem tenha coragem de colocá-la em prática. Eu decidi deixar rolar. Deixar o vento ir levando, e vendo o que acontece, ir tentando te conquistar, ir mostrando como me importo contigo. Como faria de tudo pra te fazer e te manter feliz. E se, depois de esperar alguns dias, não houver resultado, eu irei embora.
“Caran, to indo embora da sua vida. Foi um prazer te conhecer, mas você ta acabando comigo. Eu não como, não faço nada pra ficar concentrada em ti. To completamente na sua e você nem aí. São tantas coisas que eu poderia estar fazendo. Tantas pessoas que eu poderia estar curtindo. Mas eu só vejo você. Olho no espelho e vejo você. Eu acordo, abro os olhos e vejo você e quem dera se fosse um você de verdade... Paro tudo só pra pensar na sua existência! É mole? Isso ta me fazendo mal. Eu preciso pensar em mim também. E como você não se importa eu vou de vez. Ai, que falta você vai fazer... mas não me importa, eu tenho que te esquecer”.
Odeio não me reconhecer mais. Me ver diferente por sua causa.
Odeio lembrar que, mesmo tendo te conhecido há apenas alguns dias, você já me fez chorar um monte. Tornando até as músicas vícios para mim, em coisas essenciais para eu me manter calma. Músicas tristes, que me façam lembrar de ti.
Realmente, não há droga que faça bem.
Como eu queria dizer que com você é diferente. Mas não dá. Se você torna meus olhos mais fundos do que já são. Se você me faz beber, fumar e ingerir um monte de comprimidos pra me manter equilibrada. Se você me fode, e o pior, faz eu mesma me foder.
Eu não vou cair nessa armadilha, não vou ficar presa nesse buraco. É bom gostar de alguém, mas eu não vou ser tonta e me entregar assim. Não acredito em ‘beijo de filme ou em amor de verdade’. Acredito em coisas fortes que mexem conosco e que somem depois, quando menos esperamos. “A vida continua e se entregar é uma bobagem”, acho que você sabe porque adoro as músicas dessa banda. Por que eu as posso interpretar como quiser, eu posso dar vários significados para suas letras, e nesse contexto acho que você já entendeu o significado que eu quis dar.
Desisti de ser boazinha. Vou partir pro ataque. Você vai ver, eu vou te conseguir pra mim. Vou controlar o tráfico de você.
16/07/2008


